Feira Laica

Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Raia #3 – Tráfico de edições e afins

In Uncategorized on Novembro 16, 2018 at 11:37 am

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15/16 de Dezembro — 14/20h — Anjos70

Dezenas de editores (nacionais e estrangeiros), artistas gráficos, impressores e artesãos do papel juntam-se, mais uma vez, no grande momento de contrabando editorial que é a Raia. Acontece em Lisboa, no fim-de-semana de 15 e 16 de Dezembro. Este será, mais uma vez, o lugar para conhecer e comprar edições, discos e artes gráficas. Paralelamente, continuarão os lançamentos, as leituras, as exposições e os concertos. E, claro, serviço de bar e cantina vegetariana. A Raia será dos pequenos editores e dos artistas gráficos, sem intermediários ou apoios institucionais. O cartaz desta edição é da Christina Casnellie.

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Editores confirmados
Filipe Felizardo
Thin Booklet e nhozagri
Oficina do Cego
Panda Gordo e Mariana Malhão
Bárbara Lopes
Boca
Linha de Sombra
Imprensa Canalha
O Homem do Saco
Serrote
Clube do Inferno
Oficina Arara
Regina Guimarães
Orfeu Negro
Edições Antígona
Não Edições
Elias Gato
Triciclo
A Garagem – mostruário de cultura aplicada
Papeleiro Doido
Sílvia Rodrigues
Douda Correria
Stolen Books
Revista Prego
Edições Senhora do Monte
Edições Ismael
Coletivo Siroco
Tipo.PT
PSPY
Isabel Baraona
Ema Gaspar
Chili com Carne
Xerefé/ Ana Biscaia
Susana Carvalhinhos
Daniela Viçoso
Guilhotina
Leote Records
Quarto de Jade
Edições Jardinal Diletante
Dedo Mau
Thomas Bakk
Bernardo Bagulho
Livros Vadios
Oficina Loba
A Garagem, mostruário de cultura aplicada
Instituto Fonográfico Tropical
O Gorila
Outro Modo

Planeta Satélite
Natacha Almeida
Inês Vales
Matilde Basto
Estrela Decadente
Atelier Adamastor
Atelier Alberto
Edições Elite/Delete
Fanzines e Martelos

Editores estrangeiros confirmados
Martín López Lam
Ediciones Valientes
Les bovaes/D.Vanderh
Alba, Maria, Eixa, e Fentlamà
Alessio Sabatini

Exposição de múltiplos
“Tudo é novo mas nada fica”

Convidamos Júlio Henriques, autor e tradutor, editor da revista Flauta de Luz, para lançar o mote às oficinas presentes na Raia a imprimir múltiplos que compõem a exposição. No Piso 1 nos Anjos70.

Associação Oficina do Cego
Clube dos Tipos
Dedo Mau
Mike Goes West
Oficina Arara
Imprensa Canalha
Guilhotina Atelier de Gravura
Papeleiro Doido
Maria João Worm
O Homem do Saco
Ana Biscaia
O Gorila

Exposição de Marco Mendes
Marco Mendes, autor do blog “Diário Rasgado”, tem presença diária, desde Junho passado no Jornal de Notícias. Na Raia estará uma selecção de pranchas que publica na página 2 do jornal nortenho, no Piso 1 nos Anjos70.

Mão de Vaca
Recém chegada da Exopotâmia, Christina Casnellie apresenta a sua famigerada colecção de berloques cartazistas. “Mão de Vaca” irá apresentar o que melhor se faz por terras do Pato Donald – Hound dog press, JustAjar Design Press, Richard Kegler, Brad Vetter, Matty Kleinberg, Hatch show print, Celine Aubry, Firecracker Press, Hammerpress, entre outros.Tipografia e serigrafia de chorar e lamber os beicinhos, no Piso 1 nos Anjos70.

Thomas Bakk
É brasileiro, escritor, um contador de histórias e artista da narração. Vai fazer-se ouvir na Raia mas também vai vender os seus folhetos impressos inspirados na Literatura de Cordel. Domingo, às 15 horas.

Programação Musical

Sábado
@Anjos70
Duo Espadal + Pop´lar

@Aposentadoria
23.00 Instituto Fonográfico Tropical
00.00 Dr. Urânio + MC Sissi

Domingo
@Anjos70
16.00 Luca Argel

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A Laica já é caso de estudo…

In Uncategorized on Setembro 21, 2018 at 12:56 pm

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Aqui

Laica sempre

In Uncategorized on Maio 31, 2017 at 1:05 pm

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A revista eslovena Stripbuger é sempre uma surpresa para quem gosta de BD. O novo número surpreendeu em muito, desde uma BD de Bruno Borges, a uma entrevista sobre os 10 anos da antologia kuš! mas sobretudo por um texto do Martin López Lam que justifica a dinâmica da cena gráfica de Valência ainda graças a nós, Feira Laica. Ficamos sentidos, de lágrimas nos olhos e com vontade de voltar…

Relembramos que a Stripburger esteve presente em duas Laicas.

A Laica morreu, viva a Morta

In Uncategorized on Julho 26, 2016 at 9:43 am

Sara Figueiredo Costa na Blimunda conta história da Feira Laica e da sucessora Morta…

“Memora-bíblia” Laica

In Uncategorized on Junho 23, 2015 at 1:31 pm

Pedimos aos organizadores da extinta Feira Laica para nos enviar mais materiais sobre a Laica e o Marcos Farrajota (da Chili Com Carne e MMMNNNRRRG) enviou-nos estas fotos:

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Segundo o mesmo: o design dessa placa foi gamada a uma seita cristã qualquer e gravamos os nomes de três dos principais organizadores da Laica da altura: eu, José Feitor (Imprensa Canalha e Oficina do Cego) e S.G., em frente de cada nome estava “Laico” invés de “Helder” – I wonder why? (…) o crachá foi feito pelos Maus Hábitos, na altura eles tinham para lá uma máquina dessas e fizeram, numa edição da Laica passada lá no Porto, uma série de crachás de ilustrações de vários artistas como o André Lemos, Jucifer, Marco Mendes, Nuno Sousa, etc…

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Esta foto é para mostrar que haviam t-shirts da Laica também – em serigrafia impressas pelo Lucas Almeida. A montagem da fotografia foi durante um tempo morto em Coimbra, numa edição que não correu nada bem… Obrigado Farrajota!

Impressões da Morta

In Uncategorized on Agosto 5, 2014 at 5:28 pm

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Visitamos dois dos três dias da Feira Morta III, evento que reúne editores independentes para um mercado de livros, fanzines, discos (e k7s! elas ainda existem!). Ficamos loucos com o ambiente, o espaço (Adamastor Studiose claro a hipótese de ver o melhor que se faz em artes gráficas e editoriais “indie” neste país. O evento perfeito para uma capital morta num mês morto! 

Como somos um casal miserável não compramos nada mas ficamos muito sensibilizados com a quantidade de material de qualidade que existia para venda, a lembrar os tempos bons da Feira Laica. Sem dinheiro fomos aos papeis que se calhar ainda eram o material mais fixe!

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Não sabemos quem este “desesperado” mas se soubéssemos desenhar até iriamos enviar-lhe um e-mail! Se ele desenha assim também não percebemos porque precisa de um desenhador, está perfeito!

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A sala do João Carvalho parecia uma sala de chuto cheio de putos a fumarem cigarros e não só. Vimos os seus desenhos e um zine de BD da sua autoria mas o que curtimos foram os rótulos de cerveja que fez para o evento. “Jola morta” é uma excelente piada…

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Depois fomos gamar uma série destes autocolantes à banca do Clube do Inferno… Sim ponham o primeiro-ministro de Israel em Haia mas com direito a usar o seu cinto na cela!

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Por fim, vimos novidades daqui e dali, da Cafetra, Desisto, Chili Com Carne, MMMNNNRRRG, Oficina do Cego (que dia 1 de Setembro lançam um concurso de “small press” com prémio monetário!), jornal Mapa (que apareceu de forma clandestina na última Laica! LOL), Panda Gordo, Your mouth is a guillotine e o disco novo de Filipe Felizardo pela Three:Four (uma editora da Suiça). Intitulado Volume 2 : Sede e Morte a música inspira-se em Carlos Paredes, Earth e John Fahey com uma guitarra de faz esculturas sonoras o que nos surpreendeu foi a capa – também de autoria de Felizardo. Baseada numa xilografia do famoso livro medieval “Dance of Death” (1448), obra centrada na temática da morte e suas representações, localizado na Biblioteca da Universidade de Heidelberg, Felizardo mostra como se faz uma capa para um disco! Simples, directa, bonita e eficiente. Dava mesmo vontade de comprar o disco!!! Fica para a próxima quando tivermos guito!

PS – Realmente para pelintras como nós, resta-nos ouvir Eduardo Jorge Costa que sacamos um postal a promover o novo álbum mas como este ficou lá para baixo da sacola só agora é que damos sinal de vida a ele!

Petição pela não desintegração da Rede Municipal de Bibliotecas de Lisboa (BLX)

In Uncategorized on Dezembro 14, 2013 at 4:28 pm

Para: Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa,

Considerando as notícias vindas a público de que a Câmara Municipal de Lisboa pretende desagregar a Rede Municipal de Bibliotecas, constituída por 16 bibliotecas, uma Bedeteca, uma Fonoteca e uma Hemeroteca, espalhadas pela Cidade de Lisboa, as quais prestam um serviço único à população, porque:
1- a esta lhe permite gratuitamente aceder na biblioteca da área de residência a obras que eventualmente estejam em depósito noutras bibliotecas;
2 – o acervo bibliotecário é extenso e de qualidade;
3 – pela razão anterior se constitui num recurso fundamental para a criação de hábitos de leitura, para o desenvolvimento harmonioso de crianças e jovens, para a aquisição de competências de leitura e utilização de informação indispensáveis ao exercício da cidadania e para um conhecimento mais amplo da nossa e de outras culturas;
 
4 – organiza e oferece um vasto leque de recursos de informação e conhecimento;
 
5 – desenvolve um programa de atividades de promoção da literacia e da leitura;
6 – procura satisfazer os interesses e necessidades dos utilizadores ao disponibilizar um conjunto de serviços, quer presencialmente, quer através da Internet, para vários públicos: crianças, jovens, adultos e seniores,

Temendo a diminuição da qualidade da atual Rede de Bibliotecas, sobretudo num momento particularmente difícil para todos os Cidadãos, e para o qual não se vislumbra no imediato uma melhoria, vêm os signatários desta Petição solicitar a Vª. Exa. que atenda aos motivos apresentados e impeça a prossecução do desmantelamento da Rede Municipal de Bibliotecas de Lisboa.

 
ASSINAR AQUI

Feira Morta ::: 6/7 Julho ::: Associação Amigos do Minho

In Uncategorized on Junho 21, 2013 at 11:33 am

mortaComo já sabem a Laica acabou mas pelos vistos já andam por aí iniciativas para a substituir! Entretanto os rumores segundo os quais a Cafetra Records iria dar seguimento à Laica confirmam-se (mais ou menos):

A Laica morreu. A que se segue será uma Feira póstuma. 

Baptizada como Feira Morta, e à semelhança da anterior, funcionará como o ponto de encontro, troca e venda de edições independentes, alternativas ou não convencionais, dentro de uma ética do-it-yourself.

Nela, novos e velhos editores e editoras apresentarão novidades, raridades e projectos esporádicos, artistas irão expor e vender originais e múltiplos, mostrando publicamente o seu bom e mau gosto e qualidade. 

A Feira Morta pretende promover, acima de tudo, a divulgação e a descoberta do que hoje se faz, bem como o contacto directo e informal entre quem cria, quem compra e quem se interessa. À venda estarão livros e fanzines, discos e cassetes, desenhos e serigrafias, objectos vários, criados ou reutilizados, usados e em segunda mão. À vista, exposições de artistas e artesãos, que serão acompanhadas por workshops e outras actividades, projecções de vídeo de animação, documentais e/ou experimentais, concertos ao vivo e música em transmissões radiofónicas em directo e d.j. sets. Comes e bebes complementarão a festa/feira.

A Feira Morta quer ser, e será, um espaço aberto, face aos que (se) fecham, onde se fala, discute e pensa sobre ilustração, banda-desenhada, desenho, artes plásticas e gráficas, música, sobre o que se fizer ou quiser. 

Albergada pelo Grupo Excursionista e Recreativo Os Amigos do Minho, a Feira Morta decorrerá em dois dias de provável calor infernal – 6 e 7 de Julho – num primeiro andar no Intendente.

Esta iniciativa tem o nosso apoio de forma oficial!

Laica Dead

In Uncategorized on Dezembro 17, 2012 at 9:43 am

A Feira Laica foi o evento de edição independente mais regular e com maior visibilidade pública em Portugal. Tinha como objectivos basilares a promoção da “bibliodiversidade” e a luta contra o monolitismo cultural.

Era um projecto vivo e multifacetado, partindo de uma lógica de espaço de comércio cultural alternativo e justo, que deu visibilidade a inúmeros editores independentes, artistas gráficos e artesãos que produzem fanzines, livros, discos (CDs e vinis), serigrafias, livros de autor, k7s, entre outros objectos e artefactos que desafiam as prateleiras convencionais das livrarias.
 
De igual forma promoveu outros eventos paralelos e complementares como exposições de artes gráficas, animação infantil, workshops de serigrafia e tipografia, concertos, publicações e projecção de filmes de animação.
 
Com a maioria das suas 21 edições sobretudo em Lisboa registraram-se saídas esporádicas a Palmela, Oeiras, Seixal, Porto e Coimbra, a Feira Laica assumiu um lugar improvável na vida cultural portuguesa enquanto espaço de encontro entre os criadores e o público, numa lógica que permite a aquisição de bens culturais e criações artísticas ou artesanais, sem a existência de intermediários.

A Laica era organizada por um pequeno grupo informal de editores e criadores que funcionam como foco galvanizador de uma comunidade criativa muito mais abrangente.

Passados 8 anos de actividade, dois dos principais organizadores deste evento decidiram parar com a Feira Laica para fugir à rotina. Na realidade, estes organizadores o que gostariam era de aparecer na Laica apenas como editores e não terem de indicar onde estão as mesas e cadeiras, lidar com bandas e não poder assistir ao show, criar um ciclo de cinema e não poder ver os filmes sentadinhos com o público, etc, etc… Será uma pena não haver uma continuação do projecto uma vez que, ao contrário de 2004, nunca antes se sentiu tanta energia e publicação independente (e com qualidade!) como nos últimos dois anos.

A Laica morreu!
Viva a Laica!

Caixote laico

In LAICA VERÃO, Uncategorized on Junho 29, 2008 at 2:48 pm