Feira Laica

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RAIA – Tráfico de edições e afins

In Uncategorized on Julho 19, 2017 at 8:52 am

Caros editores, estão convidados para participar na Raia.

Raia
Tráfico de edições e afins.
Anjos 70 (antigo Regueirão dos Anjos)
21 e 22 de Outubro — das 14 às 24 (Sábado); das 14 às 20 (domingo)

Estamos na fronteira mas não há linhas no chão.

Em Lisboa, durante o fim de semana de 21 e 22 de Outubro, a Raia será o lugar para apresentar e vender edições, discos e artes gráficas. Paralelamente, haverá programação com lançamentos, leituras, exposições, música e projecção de filmes.

A Raia será dos pequenos editores e dos artistas gráficos.

A Raia não tem apoios institucionais. A receita do aluguer das bancas será utilizada exclusivamente para as despesas decorrentes da organização. O espaço de uma banca pequena (de 1,5 m2, aproximadamente) custará 7 euros; o espaço de uma banca grande (de 3 metros aproximadamente) custará 14 euros. O aluguer do tampo e dos cavaletes de uma banca pequena acresce 10 euros ao valor indicado; o aluguer do tampo e dos cavaletes de uma banca grande, acresce 20 euros ao valor indicado.
O número de tampos e de cavaletes existentes é limitado. Preferencialmente, os editores devem assegurar o equipamento dos seus próprios expositores, incluíndo os assentos.

Confirmem até dia 30 de Agosto a participação da vossa editora.

Já estão previstos alguns lançamentos e apresentações de edições. Se desejarem juntar iniciativas similares à programação da Raia, por favor, dêem a conhecer as vossas intenções até dia 8 de Setembro,

Quaisquer dúvidas poderão ser esclarecidas por correio electrónico: raiafrita@gmail.com
Contenção de fachadas, alta gastronomia, legislação sobre drones, heráldica, a invenção do primeiro caniche proveta, aparições divinas em superfícies arbóreas e o fabrico de suspensórios testiculares, de nada disto tratará o ajuntamento que agora se divulga. No ano em que se comemora o centenário da revolução russa, eis que um sportinguista com couperose, uma astrónoma de Estômbar e um galante proprietário de uma funerária decidem convocar foliões da Mafalala e madraços de Ofir para uma inesquecível feira das modéstias a decorrer nos dias 21 e 22 de Outubro nos Anjos 70, em Lisboa.

Poesia e música, fotografia e prosa, edições piratas e posters corsários, ilustração neo-barroca, deejaying sem maneirismos, workshops de jiu-jitsu, origami, feng shui, chop suey e outros segredos orientais, a revelação está para breve, a alegria certa e o sexo será inesquecível.

Um programa ideal para quem gosta de tudo e mais alguma coisa.
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“A fronteira está na cabeça do branco”
Touro Sentado de Costas, 1870
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Laica sempre

In Uncategorized on Maio 31, 2017 at 1:05 pm

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A revista eslovena Stripbuger é sempre uma surpresa para quem gosta de BD. O novo número surpreendeu em muito, desde uma BD de Bruno Borges, a uma entrevista sobre os 10 anos da antologia kuš! mas sobretudo por um texto do Martin López Lam que justifica a dinâmica da cena gráfica de Valência ainda graças a nós, Feira Laica. Ficamos sentidos, de lágrimas nos olhos e com vontade de voltar…

Relembramos que a Stripburger esteve presente em duas Laicas.

A Laica morreu, viva a Morta

In Uncategorized on Julho 26, 2016 at 9:43 am

Sara Figueiredo Costa na Blimunda conta história da Feira Laica e da sucessora Morta…

“Memora-bíblia” Laica

In Uncategorized on Junho 23, 2015 at 1:31 pm

Pedimos aos organizadores da extinta Feira Laica para nos enviar mais materiais sobre a Laica e o Marcos Farrajota (da Chili Com Carne e MMMNNNRRRG) enviou-nos estas fotos:

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Segundo o mesmo: o design dessa placa foi gamada a uma seita cristã qualquer e gravamos os nomes de três dos principais organizadores da Laica da altura: eu, José Feitor (Imprensa Canalha e Oficina do Cego) e S.G., em frente de cada nome estava “Laico” invés de “Helder” – I wonder why? (…) o crachá foi feito pelos Maus Hábitos, na altura eles tinham para lá uma máquina dessas e fizeram, numa edição da Laica passada lá no Porto, uma série de crachás de ilustrações de vários artistas como o André Lemos, Jucifer, Marco Mendes, Nuno Sousa, etc…

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Esta foto é para mostrar que haviam t-shirts da Laica também – em serigrafia impressas pelo Lucas Almeida. A montagem da fotografia foi durante um tempo morto em Coimbra, numa edição que não correu nada bem… Obrigado Farrajota!

Impressões da Morta

In Uncategorized on Agosto 5, 2014 at 5:28 pm

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Visitamos dois dos três dias da Feira Morta III, evento que reúne editores independentes para um mercado de livros, fanzines, discos (e k7s! elas ainda existem!). Ficamos loucos com o ambiente, o espaço (Adamastor Studiose claro a hipótese de ver o melhor que se faz em artes gráficas e editoriais “indie” neste país. O evento perfeito para uma capital morta num mês morto! 

Como somos um casal miserável não compramos nada mas ficamos muito sensibilizados com a quantidade de material de qualidade que existia para venda, a lembrar os tempos bons da Feira Laica. Sem dinheiro fomos aos papeis que se calhar ainda eram o material mais fixe!

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Não sabemos quem este “desesperado” mas se soubéssemos desenhar até iriamos enviar-lhe um e-mail! Se ele desenha assim também não percebemos porque precisa de um desenhador, está perfeito!

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A sala do João Carvalho parecia uma sala de chuto cheio de putos a fumarem cigarros e não só. Vimos os seus desenhos e um zine de BD da sua autoria mas o que curtimos foram os rótulos de cerveja que fez para o evento. “Jola morta” é uma excelente piada…

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Depois fomos gamar uma série destes autocolantes à banca do Clube do Inferno… Sim ponham o primeiro-ministro de Israel em Haia mas com direito a usar o seu cinto na cela!

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Por fim, vimos novidades daqui e dali, da Cafetra, Desisto, Chili Com Carne, MMMNNNRRRG, Oficina do Cego (que dia 1 de Setembro lançam um concurso de “small press” com prémio monetário!), jornal Mapa (que apareceu de forma clandestina na última Laica! LOL), Panda Gordo, Your mouth is a guillotine e o disco novo de Filipe Felizardo pela Three:Four (uma editora da Suiça). Intitulado Volume 2 : Sede e Morte a música inspira-se em Carlos Paredes, Earth e John Fahey com uma guitarra de faz esculturas sonoras o que nos surpreendeu foi a capa – também de autoria de Felizardo. Baseada numa xilografia do famoso livro medieval “Dance of Death” (1448), obra centrada na temática da morte e suas representações, localizado na Biblioteca da Universidade de Heidelberg, Felizardo mostra como se faz uma capa para um disco! Simples, directa, bonita e eficiente. Dava mesmo vontade de comprar o disco!!! Fica para a próxima quando tivermos guito!

PS – Realmente para pelintras como nós, resta-nos ouvir Eduardo Jorge Costa que sacamos um postal a promover o novo álbum mas como este ficou lá para baixo da sacola só agora é que damos sinal de vida a ele!

Petição pela não desintegração da Rede Municipal de Bibliotecas de Lisboa (BLX)

In Uncategorized on Dezembro 14, 2013 at 4:28 pm

Para: Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa,

Considerando as notícias vindas a público de que a Câmara Municipal de Lisboa pretende desagregar a Rede Municipal de Bibliotecas, constituída por 16 bibliotecas, uma Bedeteca, uma Fonoteca e uma Hemeroteca, espalhadas pela Cidade de Lisboa, as quais prestam um serviço único à população, porque:
1- a esta lhe permite gratuitamente aceder na biblioteca da área de residência a obras que eventualmente estejam em depósito noutras bibliotecas;
2 – o acervo bibliotecário é extenso e de qualidade;
3 – pela razão anterior se constitui num recurso fundamental para a criação de hábitos de leitura, para o desenvolvimento harmonioso de crianças e jovens, para a aquisição de competências de leitura e utilização de informação indispensáveis ao exercício da cidadania e para um conhecimento mais amplo da nossa e de outras culturas;
 
4 – organiza e oferece um vasto leque de recursos de informação e conhecimento;
 
5 – desenvolve um programa de atividades de promoção da literacia e da leitura;
6 – procura satisfazer os interesses e necessidades dos utilizadores ao disponibilizar um conjunto de serviços, quer presencialmente, quer através da Internet, para vários públicos: crianças, jovens, adultos e seniores,

Temendo a diminuição da qualidade da atual Rede de Bibliotecas, sobretudo num momento particularmente difícil para todos os Cidadãos, e para o qual não se vislumbra no imediato uma melhoria, vêm os signatários desta Petição solicitar a Vª. Exa. que atenda aos motivos apresentados e impeça a prossecução do desmantelamento da Rede Municipal de Bibliotecas de Lisboa.

 
ASSINAR AQUI

Feira Morta ::: 6/7 Julho ::: Associação Amigos do Minho

In Uncategorized on Junho 21, 2013 at 11:33 am

mortaComo já sabem a Laica acabou mas pelos vistos já andam por aí iniciativas para a substituir! Entretanto os rumores segundo os quais a Cafetra Records iria dar seguimento à Laica confirmam-se (mais ou menos):

A Laica morreu. A que se segue será uma Feira póstuma. 

Baptizada como Feira Morta, e à semelhança da anterior, funcionará como o ponto de encontro, troca e venda de edições independentes, alternativas ou não convencionais, dentro de uma ética do-it-yourself.

Nela, novos e velhos editores e editoras apresentarão novidades, raridades e projectos esporádicos, artistas irão expor e vender originais e múltiplos, mostrando publicamente o seu bom e mau gosto e qualidade. 

A Feira Morta pretende promover, acima de tudo, a divulgação e a descoberta do que hoje se faz, bem como o contacto directo e informal entre quem cria, quem compra e quem se interessa. À venda estarão livros e fanzines, discos e cassetes, desenhos e serigrafias, objectos vários, criados ou reutilizados, usados e em segunda mão. À vista, exposições de artistas e artesãos, que serão acompanhadas por workshops e outras actividades, projecções de vídeo de animação, documentais e/ou experimentais, concertos ao vivo e música em transmissões radiofónicas em directo e d.j. sets. Comes e bebes complementarão a festa/feira.

A Feira Morta quer ser, e será, um espaço aberto, face aos que (se) fecham, onde se fala, discute e pensa sobre ilustração, banda-desenhada, desenho, artes plásticas e gráficas, música, sobre o que se fizer ou quiser. 

Albergada pelo Grupo Excursionista e Recreativo Os Amigos do Minho, a Feira Morta decorrerá em dois dias de provável calor infernal – 6 e 7 de Julho – num primeiro andar no Intendente.

Esta iniciativa tem o nosso apoio de forma oficial!

Laica Dead

In Uncategorized on Dezembro 17, 2012 at 9:43 am

A Feira Laica foi o evento de edição independente mais regular e com maior visibilidade pública em Portugal. Tinha como objectivos basilares a promoção da “bibliodiversidade” e a luta contra o monolitismo cultural.

Era um projecto vivo e multifacetado, partindo de uma lógica de espaço de comércio cultural alternativo e justo, que deu visibilidade a inúmeros editores independentes, artistas gráficos e artesãos que produzem fanzines, livros, discos (CDs e vinis), serigrafias, livros de autor, k7s, entre outros objectos e artefactos que desafiam as prateleiras convencionais das livrarias.
 
De igual forma promoveu outros eventos paralelos e complementares como exposições de artes gráficas, animação infantil, workshops de serigrafia e tipografia, concertos, publicações e projecção de filmes de animação.
 
Com a maioria das suas 21 edições sobretudo em Lisboa registraram-se saídas esporádicas a Palmela, Oeiras, Seixal, Porto e Coimbra, a Feira Laica assumiu um lugar improvável na vida cultural portuguesa enquanto espaço de encontro entre os criadores e o público, numa lógica que permite a aquisição de bens culturais e criações artísticas ou artesanais, sem a existência de intermediários.

A Laica era organizada por um pequeno grupo informal de editores e criadores que funcionam como foco galvanizador de uma comunidade criativa muito mais abrangente.

Passados 8 anos de actividade, dois dos principais organizadores deste evento decidiram parar com a Feira Laica para fugir à rotina. Na realidade, estes organizadores o que gostariam era de aparecer na Laica apenas como editores e não terem de indicar onde estão as mesas e cadeiras, lidar com bandas e não poder assistir ao show, criar um ciclo de cinema e não poder ver os filmes sentadinhos com o público, etc, etc… Será uma pena não haver uma continuação do projecto uma vez que, ao contrário de 2004, nunca antes se sentiu tanta energia e publicação independente (e com qualidade!) como nos últimos dois anos.

A Laica morreu!
Viva a Laica!

Caixote laico

In LAICA VERÃO, Uncategorized on Junho 29, 2008 at 2:48 pm

Everybody is working for the weekend

In Uncategorized on Junho 25, 2008 at 12:33 pm